segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Amasso na balada

Queridos amigos.
Dizer que o tempo passa rápido é mais que redundante.
Só hoje ao entrar aqui, me dei conta de quanto tempo se passou desde a minha última postagem.
Na verdade, quando decidi escrever este blog, achei que postaria aqui toda semana e que manteria um contato bem próximo com vocês.
Infelizmente, a correria do dia a dia, a carga de trabalho e outras atividades, faz que a gente nem perceba com que velocidade o relógio do tempo anda correndo; mas não é só isso, acontece que meu intuito não é tornar este blog apelativo e muito menos repetitivo.
As situações, fatos e história sempre acontecem; mas escrever apenas para manter uma rotina foge a minha intenção primordial aqui, que vai além de narrar algumas sacanagens e transas picantes; quero mesmo é compartilhar com vocês o quanto essa vida liberal me é prazerosa e excitante.
Sei que para a maioria é loucura ou até mesmo doença, como ouvi outro dia de uma pessoa de fora do meio; mas o fato é que não consigo deixar de gostar da sensação de ver minha mulher sendo cobiçada por outro homem; de sentir um frio no estômago quando a vejo “atacar” um pretendente; de gozar ao vê-la delirando de prazer sem medo, sem culpa e sem hipocrisia; e de constatar o quanto é bela, sensual, picante e deliciosa a mulher que amo.
Nestes últimos sete meses decorridos desde a postagem anterior, tivemos muitos bons momentos, datas marcantes como o aniversário dela e depois o meu, nosso niver de casamento e algumas saídas maravilhosas como a de uns quinze dias atrás quando fomos a Via Show numa noite de sexta-feira de balada da furacão 2000.
Havíamos marcado com vários casais e solteiros do meio para curtirmos mais uma noite de muita energia, alegria, descontração, agito e pegação.
Os que nos acompanham sabem e concordam que numa situação como esta o foco é realmente curtir, embora que sem frescuras ou proibições, mas realmente curtir sem o compromisso de ter que terminar a noite numa suíte de motel.
Chegamos por volta das 22 horas e logo a galera já estava se juntando; muito bom encontrar gente bacana e rever amigos que algum tempo já não víamos, também é sempre gratificante conhecer gente nova e ampliar nosso circulo de amizades.
Foram necessários três camarotes para acomodar todos os casais, solteiras e solteiros que formavam o grupo; mesmo assim, o espaço era reduzido o que proporcionava despretensiosos esbarrões e enconchadas.
A música vibrante e a iluminação colorida davam o tom sensual do encontro e a bebida para refrescar, descontraia ainda mais os que ali estavam.
Eu estava acompanhado de minhas duas mulheres, a oficial Sra. Pimenta e a namorada Penélope Charmosa.
Não preciso dizer que nesta situação, quem estava na pista era a Sra. Pimenta, mas muito decidida em se dar bem naquela noite.
A pegação rolava solta no camarote, mãos aqui, mãos ali, beijos pra cá e para lá; e quem estava de fora cada vez mais esticava os olhos para o que rolava lá dentro; houve um momento que decidimos confrontar as calcinhas que as mulheres vestiam. Foi um mar de bundas de fora em calcinhas minúsculas; mãos safadas se aproveitavam da situação e os “de fora” cada vez mais alucinados e interessados em passar para o lado de dentro.
A paquera rolava solta, diante daquele troca-troca de parceiros; os que estavam de fora se sentiam a vontade para paquerar sem nenhuma preocupação, afinal quem estava com quem ali?
A Sra. Pimenta foi abordada várias e várias vezes! Eram cochichos ao pé do ouvido, mãos ousadas pousadas abaixo da linha da cintura e quando a interessava rolava até um beijo mais picante; mas ninguém ainda havia lhe despertado o interesse realmente.
Suas idas ao banheiro provocavam uma onda humana de homens que iam e depois voltavam acompanhando seus movimentos na esperança de uma oportunidade.
Lá pelas tantas minha namorada deu por falta dela no camarote e me chamou a atenção para onde ela estaria.
Dei uma olhada ao redor e a localizei na parte de trás do camarote por onde as pessoas circulavam em direção aos bares e sanitários.
Ela estava ali sozinha, dançando sensualmente enquanto se esquivava do assédio dos homens a sua volta.
Mas a conhecendo como a conheço, sabia que ela não estaria ali sem um propósito; então, olhei com mais atenção e percebi um rapaz logo atrás dela que preenchia seus requisitos para que algo pudesse acontecer.
Passamos minha namorada e eu a prestar atenção no que aconteceria ali; o rapaz era muito tímido, outro com certeza observando os sinais que ela dava já teria partido para o ataque.
Sentindo-se observada, ela nos olhou e sorriu sacanamente apontando com a sobrancelha direita o rapaz que já sabíamos estar atrás dela.
Pisquei meio que consentindo, embora não precisasse; e ela decidiu dar um desfecho a situação.
Aproveitando o tumulto formado por um grupo de pessoas passando a sua frente, ela deu dois ou três passos para trás e inevitavelmente encostou sua bunda no púbis do rapaz.
Este por sua vez nos pareceu ainda mais tímido e constrangido com a situação, mas ela sem deixar a peteca cair, se virou pedindo desculpas ao rapaz por seu incomodo.
Ele que era tímido, mas não era burro, aproveitou a deixa para se apresentar e a partir daí conversar com aquela gata que lhe caíra do céu.
Passaram alguns minutos conversando, e como estavam bem no meio do corredor de passagem, invariavelmente se encontravam com os corpos quase que colados, dado ao fluxo de pessoas que passavam.
Foi num momento desse que presenciamos o primeiro beijo. Um beijo quente, apimentado, bocas se engolindo, línguas se enroscando, os corpos super colados, os dois parecendo um só!
Ficaram ali conversando, bebendo, se beijando, dançando e se amassando por bem mais de uma hora; enlouquecendo os que estavam a sua volta, afinal se esfregavam com tanta volúpia que não conseguiam passar despercebidos.
A Sra. Pimenta usava um vestido curto e colado ao corpo que teimava em subir insistentemente; por vezes ela o puxava para baixo, mas entertida em “amassar” seu companheiro, se esquecia mais do que lembrava de puxar.
Assim suas coxas e a polpa de sua bunda ficavam aparecendo! O rapaz ainda contribuía, quando com a mão totalmente espalmada na sua bunda, a apertava e acabava puxando o vestido ainda mais para cima.
Por vezes ela dançava esfregando seu corpo no dele, subindo e descendo rebolando sua bunda redonda e empinada virada para os que passavam; não havia quem parasse para olhar!
A cena era muito sensual, mãos aqui e ali, os corpos colados, ela dançando pra ele, na verdade nele!!
Mas faltava algo. O rapaz não parecia ser bom de iniciativa, e ficar ali bem no meio da passagem, além de ser desconfortável era um convite para os que passassem tirar uma lasquinha dela com encontrões e esbarrões; então decidimos agir!
Eu e Penélope saímos do camarote em direção aos dois, disfarçamos e paramos bem ao lado deles.
Ficamos ali abraçadinhos por alguns minutos, mas logo demos alguns passos para trás e nos encostamos na parede que estava ao fundo. Olhei fixamente para ela que agora estava de frente pra mim, enquanto ele de costas nada poderia observar, para que ela me olhasse; rapidamente ela me encarou.
O rosto estava quente, vermelho como uma pimenta; os olhos arregalados para me enxergar; a boca molhada, vermelha; e o semblante carregado de excitação.
Fiz sinal para que ela viesse para junto de nós. Ela atendeu, se afastando um pouco dele e apontando para o paredão.
Caminharam alguns passos e pararam bem ao nosso lado, quase colados.
Ele se encostou na parede e a encostou em seu corpo. Se beijaram!
Agora mais confortáveis e distantes dos curiosos, as possibilidades eram maiores.
Eu e minha gata aproveitamos para nos amassar também, nos beijamos e nos alisamos por um longo tempo, parando vez ou outra para ver o desempenho do casal ao lado.
Numa dessas paradas percebemos algo mais quente rolando, e nos esforçamos para ver melhor.
Os dois estavam mais colados do que já estiveram, mas deu para notar que havia algo diferente com os braços e mãos; ele, a abraçava com o braço esquerdo enquanto que o direito estava estendido para baixo e sua mão por entre as pernas dela, que discretamente rebolava esfregando uma coxa na outra enquanto ele a masturbava.
Forcei a vista, até porque o ambiente tinha pouca iluminação, para ver a mão dele por dentro da calcinha mexendo na xaninha da minha mulher.
Ela se contorcia deliciosamente abraçada com ele. Daria quase para ouvi-la gemendo, se não estivesse com a boca ocupada num longo beijo; mas ela também fazia sua parte.
Uma de suas mãos estava por dentro do bermudão que ele usava segurando seu pênis, e pelo movimento ela também o masturbava com muita vontade.
Ao lado, nosso tesão aumentava mais e não pensamos duas vezes antes de imitar o casal que observávamos.
Partimos para um gostoso amasso e nos masturbamos também. Trocamos beijos ardentes enquanto ela apalpava meu pênis; por debaixo de sua saia eu a tocava, ela estava toda molhada e não foi difícil penetrar meu dedo dentro dela.
O clima era tesão puro! Eu dividia a atenção entre masturbar minha namorada e olhar minha mulher sendo masturbada por outro ali do meu lado.
Aliás, a Sra. Pimenta gozou várias vezes e uma delas, não sei se a última, eu puder perceber claramente; conheço bem aquela carinha de safada, olhinhos fechados, a boca semi-aberta e o peito ofegante pela respiração acelerada, sem contar com as mãos que apertavam o peitoral e o glúteo do rapaz.
Nos beijamos novamente e voltamos para o camarote, aguardando que logo ela fizesse o mesmo devido o adiantado da hora.
Apostamos se dali rolaria um motel, o que seria muito bom, pois estávamos cheios de vontade de transar, mas meu palpite foi de não acontecer; pois, o rapaz não tinha cara de ser ousado.
Alguns minutos depois, tive que pedir para Penélope chamá-la, porque ela não desgrudava dali por nada; ela acenou positivamente e começaram a se despedir.
Trocaram telefone e mais um longo beijo desta vez bem depravado.
Nos despedimos dos amigos e fomos embora.
Ah, ganhei a aposta e até hoje o carinha nem ligou!
Vai entender!

5 comentários:

  1. Olá, queridos! Há sempre algo especial em se conquistar alguém que não é do meio, em uma balada normal, não é? Cláudio tem o mesmo tesão que o Sr. Pimenta e me encoraja nessas situações, mas devo dizer que às vezes acontece o que rolou com o rapaz. Talvez medo de não ter o desempenho esperado em uma situação mais decisiva, talvez ele tenha percebido que o marido estava por perto e se assustou com a situação. Como vc mesmo disse, vai entender!
    Mas esses rapazes mais "tímidos", digamos, geralmente dão um bom caldo! rsrsrs
    Beijos e não deixem de postar. Claro que quando há a obrigatoriedade de fazer algo que supostamente seria para ser prazeroso perde-se na intenção inicial. Mas sempre que puderem lembrem-se dos leitores e dividam com eles as experiências para torná-los mais felizes! rs
    Até mais!

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  2. Uma semana de muito gozo!
    Bjssss
    Leo.seximaginariuM

    Vc já contratou um garoto ou uma garota de programa?
    Comente, Conte para nós lá blog
    www.seximaginarium.blogspot.com

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  3. Olá casal,
    Estou conhecendo o cantinho de vocês, estou amando!
    E esse post... Aff!! Que tesão!

    Já estou seguindo para saber das novidades...

    Beijos desejosos, queridos.

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  4. Queridos,
    Tem selinho para vocês lá no blog.
    Beijos e um delicioso domingo...

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  5. >>> Eu sou de Ceilândia, Brasília-DF sou comedor de esposinhas, procuro casais liberais, casadas, noivas,namoradas e solteiras. Adoro comer as esposinhas dos meus amigos na frente deles. Tenho 35 anos, qualquer casal que curta entre em contato comigo.

    >>>ricardaodf@hotmail.com ou (61) 9100-8848 Operadora claro.


    >> OBS.: Favor não fiquem mandando mensagens para o meu celular, se quiserem me liguem pois sou comedor de esposinhas e não mensageiro. Curto real sou comedor nato.

    >>> FAVOR ME LIGUEM EM DIAS ÚTEIS POIS NÃO LEVO ESSE CELULAR PARA CASA.

    >>> Casais que procuram homem (macho) para sua mulher (esposinha) que sejam daqui do Distrito Federal ou que possam vir prá cá.

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